Condenado por formação de quadrilha e fraude bancária, Pablo Marçal disse hoje que ele e Flávio abrem mão do sigilo se Lula abrir cartão corporativo.
Ou seja, Marçal já divide a candidatura com Flávio. E açula a militância convertida com outra mentira.
Um desserviço à campanha de Flávio que, saído praticamente do zero, está à frente de Lula a poucos dias das eleições.
Um empate técnico surpreendente (na Quaest desta quarta) e concretas possibilidades de eleger-se.
Ora, cartão corporativo é público e sua movimentação financeira não é empresarial. E sigilo de candidato é privado, como suas contas bancárias.
De outro modo: Lula não detém o sigilo do cartão corporativo da presidência. Como ele e Flávio os tem das suas contas pessoais.
Tem, assim, Pablo Marçal, motivos para dividir com Flávio a candidatura à presidente.
E repartir o bônus do sigilo bancário que tanto ele quanto Flávio chantageiam com o cartão corporativo.
Cartão que já é fiscalizado e auditado pelo Tribunal de Contas da União e Controladoria Geral da União.
Como bem o sabe o senador Flávio e o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro que gastou em seu governo R$ 1 bilhão, como registra o Portal das Transparências.


