Quinta-feira, 2 de Abr de 2026

Eli Borges é o candidato ao Senado de Wanderlei. Resta saber se o Palácio quereria derrotar Eduardo Gomes ou Carlos Gaguim já que são apenas duas vagas em disputa!!! Essa união desse jeito vai longe!!!

02/04/2026 187 visualizações

Vamos tentar entender um pouco da lógica política do governador Wanderlei Barbosa.

Lançou ontem o deputado Eli Borges candidato ao Senado pelo Republicanos. Eli Borges deixou o PL onde era parlamentar federal.

E depois não gostam que se aponte os seus equívocos políticos.

Wanderlei perdeu o presidente da Assembléia, Amélio Cayres, em troca do acordo com o grupo de Dorinha Seabra.

O grupo da Senadora tem dois pré-candidatos ao Senado declarados há mais de ano:

Eduardo Gomes (vice-presidente do Senado e presidente regional do PL) e o deputado federal Carlos Gaguim (UB).

Para você, leitor que sabe juntar números e letras: a candidatura de Eli ao Senado pelo Republicanos atrapalha ou beneficia o grupo de Dorinha Seabra?

A divisão de votos interna da majoritária é benefíca ou maléfica ao grupo?

Prejudica ou melhora a campanha à reeleição do senador Eduardo Gomes, presidente regional do PL?

Haveria diferença entre Wanderlei lançar Amélio, candidato avulso do Republicanos para a candidatura avulsa de Eli Borges?

Poder-se-ia entender que fosse estratégia de Wanderlei para transmitir que tem o controle, quando ele está em Brasília (DF).

Wanderlei é apenas presidente de uma comissão provisória regional. Nem ele nem a nacional necessitam de votação de  membros de diretório. Não é diretório constituído.

E lá na frente (nas convenções) mudar novamente.

O problema, entretanto, fica com o eleitor que pode não entender a lógica.

Eduardo Gomes, com reeleição garantida (lidera todas as pesquisas de intenção de votos) e um dos maiores articuladores do Congresso, dá de ombros para não criar problemas: ocupa-se da sua eleição e da eleição de Dorinha.

Além de aumentar o número de parlamentares do PL no Congresso.

Pela imprensa nacional, foi o partido que mais ganhou parlamentares na janela partidária.

E pode ter em Flávio Bolsonaro um presidente.

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