Há teses de início de ano insuperáveis. Uma delas: não haveria favoritismo nas eleições de 2026. É claro que há: a senadora Dorinha Seabra (UB) - goste-se ou não dela e de sua forma de fazer política - é a favorita nas pesquisas de intenção de votos. Pode mudar? Pode. Mas até aqui é a preferida. Cooordena a bancada congressista do Estado, preside uma das mais importantes comissões do Senado (de Desenvolvimento Regional), tem livre trânsito nos ministérios e os ativos da relatoria do Fundeb são incontestáveis e intransferíveis. E há mais de dois anos anda pelos municípios. Isto não é questão de opinião, mas de fato. Não é garantia de eleição, mas que se isto não for favoritismo, não se saberia mais o quê seria.


