A campanha de Dorinha Seabra anda meio perdida. Wanderlei Barbosa tentou ajudar ontem com o tal decreto de calamidade/emergência para os produtores rurais.
Escolheu Paraíso que vive outra calamidade: falta de água da BRK nas torneiras. Hoje, depois da obra, o prefeito da cidade - na campanha de Dorinha - apresentou seu decreto contra a BRK.
Após a publicidade da indecência de aditivo prorrogando (antes do prazo) a concessão por mais 20 anos. Até 2049!! Com as maiores tarifas do país. E a cidade sem água.
Na noite de ontem, Wanderlei meteu o chinelo em Laurez. Disse nas suas redes sociais que o decreto era para ter sido “decretado” pelo vice desde 2025 (no afastamento).
Muito embora a comunicação de governo, ainda na noite de ontem, informasse que a emergência era por 2026/2027. E que corrigiu na manhã de hoje para 2025/2026.
Uma ajudinha a Wanderlei mas que não alterou o modo-campanha do governador: Laurez ficou no cargo apenas 90 dias em 2025.
Wanderlei governou os demais 275 dias do ano passado e mais os quase 300 dias de 2026.
Wanderlei retornou ao cargo há dez meses. Sem decretar a emergência que fundamenta necessitaria o Estado desde 2025. Apontando o dedão para o vice, apoiador de Vicentinho.
E agora a tarde, a mesma campanha de Dorinha promete zerar a fila de cirurgias com o Opera Tocantins.
Motivo, segundo os marqueteiros paraibanos vocalizando a Senadora candidata ao governo: saúde precisa de resposta.
Ora, zerar a filha do Opera Tocantins foi uma proposta do ex-governador Mauro Carlesse!! Em 2018!!! Há oito anos, dos quais cinco deles o governo esteve sob o comando de Wanderlei Barbosa.
Dorinha, pelo visto, trocou de marqueteiro no segundo turno, mas sua campanha continua alienígena como os marqueteiros paraibanos.
Ou desconhecem o Estado em que estão atuando ou trabalham contra a candidata apoiada pelo governo que esticou a fila que ela, agora, com o mesmo Opera, quer reduzir. E faz disto instrumento positivo e propositivo de campanha
Descuido que agências do Estado (e existem muitas mais competentes do que as importadas) certamente não teriam.
Ainda mais numa eleição disputada como se mostra a deste ano.
Desse jeito, retornando ao passado sem avisar, a Senadora não vai para frente.


