Há quatro pesquisas registradas no Tribunal Regional Eleitoral programadas para divulgação até 4 de agosto. Penultimo dia para as convenções.
São elas: Nexus (04/08), Vope (04/08), Brasmarket (03/08) e Direct (SMS), prevista para este sábado, dia 1º de agosto.
Ainda não está disponível e é provável que não o seja.
Na última (Paraná Pesquisas há uma semana), Vicentinho liderava a espontânea com 15,7%. Dorinha seguia com 13,8% e Laurez, 3,9%.
Na estimulada, havia empate técnico entre Vicentinho e Dorinha. A candidata da União Progressistas pontuava 34,4% e o tucano, 33,5%.
Margem de erro de 2,8 pontos percentuais.
Dorinha registrava, no entanto, estratosféricos 30,2% de rejeição, Laurez era rejeitado por 21,8% dos eleitores e não votariam de jeito nenhum em Vicentinho apenas 17,5%.
Ou seja, Vicentinho, que decidiu ser candidato em quatro meses, estaria empatado com Dorinha com mais de ano e meio de campanha a governo.
Mas com rejeição pela metade. No marketing eleitoral, um problemão para o mais rejeitado.
O Paraná é o instituto que em praticamente toda a campanha eleitoral de 2024 na Capital deu vitória a Janad Valcari (então no PL). Em algumas, no primeiro turno.
Deu Eduardo Siqueira na sola de sapato e 35 segundos de tempo de propaganda no rádio e tv. Contra os 5 minutos e 54 segundos da propaganda de Janad.
Sua conhecida (Paraná) ligação com o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto (da aliança de Dorinha), dispensaria reverberações de que estivesse, agora, a serviço de Vicentinho, adversário do PL.
Situação que não só por lógica política, validaria os números da pesquisa onde o candidato do PL, Eduardo Gomes, surge como uma releição praticamente consolidada.
Como não há rachaduras entre PL e União Progressista (de Dorinha), o Instituto fez o que pode mas não conseguiu alinhar a seus propósitos os indices do adversário Vicentinho. Uma coisa validava ou invalidaria a outra.
Uma pesquisa que apontou na estimulada para Senado o senador Eduardo Gomes (estimulada) com 31,2% ( 8,3% na espontânea e rejeição de 8,5%) e Alexandre Guimarães com 25,1% na estimulada (8,1% na espontânea e rejeição de 7,6%).
E Carlos Gaguim com 16,7% (maior que os 13,16% de Eli Borges) na estimulada e os mesmos 2,5% de Eli na espontânea.
Mas com uma rejeição de 23,4%, superior aos 7,2% do deputado do Republicanos.
Gaguim, assim, no grupo governista (pela Paraná) teria melhor desempenho do que Eli. E seria mais conhecido dada a maior rejeição.
Somada a estrutura partidária, não há dúvida de que seria o melhor candidato a tentar retirar de Alexandre Guimarães a segunda vaga de Senador.
Não só retirar de Alexandre Guimarães, mas agregar a seus votos os 14,5 pontos percentuais da diferença de intenções que o separa do candidato do MDB.
Um desafio e tanto para dois meses.



