Sexta-feira, 31 de Jul de 2026

Candidatura de Eli Borges ao Senado cumpriu seu destino: anunciada por Wanderlei Barbosa no Dia da Mentira foi detonada pelo mesmo Wanderlei no prazo necessário para precificação da verdade.Não explicado, um embuste!

31/07/2026 226 visualizações

Vai para 36 horas que o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) anunciou apoio à candidatura do deputado Carlos Gaguim (UB) ao Senado.

E se desconhece o destino do deputado Eli Borges (Republicanos). Um deputado de 36 mil votos (2022).

A verdade cobraria que ambos, anúncio e destino, fossem esclarecidos ao eleitor simultaneamente. Independente de juizo de valor sobre a mudança.

Nunca fazer uso de subterfúgios que embaralhasse a escolha do eleitor.

Se não dissesse respeito à coisa pública e à vontade do eleitor (e a recursos públicos do fundo eleitoral), seria, a engrenagem insólita, tão somente mais uma peça pregada pelo destino aos eleitores e candidatos.

Justamente para provar que o ilógico é necessário aos homens.

O mesmo Eli deputado fora anunciado pelo mesmo Wanderlei governador como seu candidato ao Senado no dia 1º de abril de 2026.

A data é fixa no calendário e vem a ser o dia dedicado à mentira. Um mínimo de planejamento a teria evitado. Mas que nada!

Eli é evangélico. A Bíblia reprova a mentira. E os evangélicos condenam as "mentiras em nome de Deus".

Eli, como noticiado, já teria repassado seus colégios eleitorais a Fábio Vaz, um dos preferidos de Wanderlei para a Câmara dos Deputados.

Eli tem três décadas de mandato no Estado. Não teria, supõe-se, repassado seus votos simplesmente mediante promessas de Wanderlei com quem conviveu na Câmara de Palmas e Assembléia Legislativa.

Se conhecem mutuamente, portanto.

O caso merece sim uma explicação política.

Não pela escolha de Carlos Gaguim – desde sempre o candidato de Dorinha e a segunda maior votação para Senado nas pesquisas.

Mas pela sugerida encenação de Wanderlei com Eli Borges que aponta, a priori, para uma farsa destinada a precificar mercadoria.

Há políticos que pouco se importam com determinadas regras morais. Tudo, diz-se, faria parte da regras democrátias.

Não é bem assim. Existem limites que a história cobra com juros.

E não vale,  neste caso, tentar convencer os eleitores de que fosse uma “aliança com Deus”.

Ou tipo assim: o Carlos Gaguim é o meu candidato, o Eli é do Republicanos.

Até porque no anúncio de Eli, referia-se ao candidato do partido e do governador. E que, não por acaso, é o presidente regional do Republicanos.

O governador, na forma e conteúdo, não anda erguendo edifício sólido para abrigá-lo fora do poder.

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