O deputado estadual, Zé Roberto (PT) defendeu esta semana na Assembléia Legislativa a taxação das grandes fortunas como instrumento para mudar a realidade social do Estado e do país. Aliás, a discussão está iniciando na Câmara dos Deputados (competente para a questão), colocada pelo deputado Rodrigo Maia (Democratas). De outro modo: a discussão da idéia uniria dois antípodas: o PT socialista e o Democratas liberal. O problema é que o PT ficou 16 anos no comando do governo e da política federal e não conseguiu ir adiante com a discussão. E a população deu uma banana para o programa de Fernando Hadad, que a colocava em pauta, preferindo o liberalismo de Paulo Guedes e Jair Bolsonaro. Enquanto isto, o PT estadual (comandado pelo próprio Zé Roberto) segue aliado do governador Mauro Carlesse que, pela tese, deve ser um esquerdista militante e juramentado.


