O presidente do Legislativo, deputado Amélio Cayres, reuniu profissionais de imprensa e influenciadores ontem para um almoço.
No oficial, discutir demandas da categoria.
Como no exercício de suas funções, imprensa e agentes políticos públicos estariam em lados opostos (um fiscalizando e outro fiscalizado) não deixa de ser curiosa a justificativa.
Obviamente que bastaria ao Legislativo deixar a 23ª posição no índice de transparência das Assembléias Legislativas (de 27 Assembléias) no país (Transparência Internacional/2023) – considerado ruim - e seria mais de meio caminho percorrido no atendimento das demandas da imprensa.
O encontro, entretanto, sucedeu publicações de Amélio horas antes nas redes sociais com o slogan “O pré-candidato a governador...”.
O artigo definido, porém, contrastou com o “almoço” que serviu, transversalmente, para a apresentação do Amélio pré-candidato ao governo.
Isto porque o “do” do “o” não compareceu nem mandou representante. Ressentindo o encontro, também, de lideranças regionais do Republicanos.
Pode ter sido planejado. Mas o resultado aparentou Amélio sozinho e com uma estratégia surrada e certo modo equivocada.
Candidaturas e eleições não são definidas por jornalistas. Deu-se a impressão de que Amélio necessita de apoio de fora.
No que representaria expressão de consolidação, até aqui, de Dorinha/Eduardo Gomes e Carlos Gaguim sobre Wanderlei.


