Depois de amanhã tem início a janela partidária. O TSE decidiu ontem sobre as regras das eleições deste ano.
O prazo para Wanderlei Barbosa decidir-se por uma candidatura ao Senado também escorre.
Enquanto o Governador reitera diariamente que não renuncia, na direção nacional do Republicanos a candidatura de Wanderlei é dada como definitiva.
Para Marcos Pereira (presidente nacional da legenda) interessaria aumentar o número de senadores (o partido tem quatro). E já teria garantido a interlocutores no DF que Wanderlei seria um deles a acrescentar.
O raciocínio é pragmático. E lógico. Diferente da retórica do governador que aposta publicamente no ilógico.
Que seria trocar oito meses de mandato (no governo) – quatro anos sem mandato - por oito anos de mandato no Senado (com prerrogativa de foro e proteção do Congresso) tendo no encalço investigações no STJ.
Tudo para não entregar governo ao vice.
Não se pode se pode dizer que as movimentações de Wanderlei no governo e pelo Estado junto com a primeira dama Karinne Sotero não certificariam os bastidores do Republicanos sobre sua renúncia.


