O técnico Wanderley Luxemburgo proporcionando coisa boa no Estado. Decide investir no jornalismo (adquiriu a TV Record) – num mercado em que as demais empresas iam em sentido contrário – e, de quebra, se posiciona, por lógica, no cartesiano regional, oxigenando a política, com a proximidade incontestável com o vice-governador Wanderley Barbosa (potencial cabeça de chapa em 2022) e do próprio governador Mauro Carlesse. O problema é que na majoritária só tem três vagas: governador, vice e senador, numa eleição em que haverá apenas uma vaga de senador em disputa. Aliás, Luxemburgo foi tratado com uma rigidez inaudita pelo Tribunal Regional Eleitoral anos atrás. Já tinha imóveis na Capital, empreendimentos, mas os desembargadores do Tribunal não consideraram isto domicílio eleitoral. Na eleição do ano passado, um candidato a suplente de senador milionário, que nunca pisou os pés no Estado, teve tratamento completamente diferente. E foi eleito terceiro suplente no Senado.
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