O governo Wanderlei Barbosa ganhou fôlego com a divulgação dos indicadores da capacidade de pagamento do governo pela Secretaria do Tesouro Nacional.
Os números publicados, se registram melhoria em relação à prévia de agosto, mostram piora em relação à Capag do ano passado.
Wanderlei conseguiu estabilizar-se no A (endividamento), B (poupança corrente) e B (liquidez relativa). No geral, o mesmo B+ de 2024.
O governo, entretanto, aumentou o comprometimento da receita corrente líquida com a dívida consolidada líquida de 25,87% (2024) para 27,45% (2025.
Elevou, ainda, o comprometimento da receita corrente líquida com as despesas correntes de 90,15% para 92,16%. E reduziu a liquidez 4,66% (2024) para 2,18% (2025).
Na prévia da Secretaria da Fazenda (sobre os números do 2º quadrimestre), o governo havia caído para a letra C.
Demonstrava um comprometimento menor no endividamento (24%), mas maior uso da RCL com despesas correntes (95,24%) e uma liquidez negativa (déficit) de -2,36%.
No 3º quadrimestre, 75% do período foi administrado por Laurez Moreira.
O resultado deriva do aumento de receitas. O governo – após a publicação do RGF – corrigiu os números de 2025.
Uma semana após a publicação do Relatório de Gestão Fiscal no DO, o governo alterou, também no DO, a receita tributária que no RGF era de R$ 5,8 bilhões e no Comparativo subiu para R$ 11,1 bilhões. Uma calibrada de R$ 5,3 bilhões.
Já as transferências correntes saltaram de R$ 8,5 bilhões (RGF) para R$ 10,1% bilhões (ontem).


