A adesão do deputado federal Eli Borges (Republicanos) e da ex-deputada Luana Ribeiro (Podemos) nesta sexta a Vicentinho Jr tem causa antecipadamente prevista.
E o leitor do blog a ela foi apresentado. Não por premonição ou outros predicados: mas por pura lógica política.
Ela deve-ser creditada às táticas e estratégias equivocadas de Dorinha Seabra e Wanderlei Barbosa.
Luana (ex-presidente do Legislativo) renunciou à candidatura de deputada estadual acusando falta de apoio de Eduardo Siqueira.
Eli foi convencido por Wanderlei a deixar o PL pelo Republicanos com a promessa de ser o candidato do Palácio Araguaia ao Senado.
Apesar da chapa de Dorinha estar montada há dois anos com Eduardo Gomes e Carlos Gaguim.
Eli distribuiu seus colégios eleitorais de deputado, mas ficou no ora veja.
Sua vaga de deputado foi entregue a Fábio Vaz. E parte foi para Filipe Martins, que ficou no PL.
Wanderlei cozinhou Eli até que Dorinha aceitasse Atos Gomes (genro de Marilon Barbosa) na vice. E apontou-lhe a porta de saída.
Eli, trocado por Gaguim, saiu das urnas com 271 mil votos. Sem o apoio da máquina, teve 16 mil votos a mais que o deputado do UB.
Se tivesse sido o segundo candidato de Dorinha (o outro foi Eduardo Gomes), a candidata do UB teria eleito dois senadores.
Pode ter perdido, agora, também os votos de Eli e dos evangélicos para Vicentinho Jr.


