Terça-feira, 31 de Mar de 2026

PSD da UDN de ACM intervem no PSB de Arraes no Estado e defenestra os 100 mil votos de Amastha em 2022 quando partido necessita deixar a zona da cláusula de barreira. Vai entender!! Amastha se posiciona na próxima quinta

31/03/2026 217 visualizações

O ex-prefeito e vereador Carlos Amastha (PSB) pode representar, certamente, um dos maiores equívocos do PSB nacional no país este ano.

O partido, na prática, foi entregue ao PSD, de Laurez Moreira e Irajá Abreu. Uma intervenção no comando de Amastha que anda reagindo.

O PSB que alinhava-se ao Podemos no Estado, enquadrou, com isto, uma candidatura do ex-prefeito.

E não libera carta para que possa disputar as eleições deste ano por outro partido. Ninguém sai, ninguéim sai.

Amastha, diante da negação, firma o pé: ou carta e se candidata com Podemos. Ou não se candidata a nada.

O PSB é aquele do lendário líder democrata Miguel Arraes. E é presidido pelo seu próprio bisneto, o prefeito João Campos (Recife), filho de outro democrata, o ex-candidato a presidente Eduardo Campos.

O PSD é uma bifurcação do antigo pefelê do coronel oligarca baiano ACM e sucessor da Arena.

Obviamente, observado o materialismo histórico, o Podemos (originário do Partido Trabalhista Nacional e uma dissidência do PTB de Vargas) teria muito mais a ver ideologicamente com o PSB do que com o PSD.

Amastha, pela legislação, não pode aproveitar-se da janela partidária destinada tão somente a mandatos estaduais.

Amastha marcou anúncios para a próxima quinta. Como a lógica indica que o PSB não o liberará no momento em que Laurez Moreira/Irajá necessitam de ativo eleitoral (e partidário), o ex-prefeito pode não candidatar-se.

E o PSB terá jogado na lata de lixo os 100 mil votos de Carlos Amastha ao Senado de 2022, quando ocupou a terceira maior votação estadual.

E que podem fazer-lhe falta na sobrevida da cláusula de barreira onde precisa de no  mínimo 13 deputados federais. E só elegeu 14 na última eleição.

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