Políticos ligados ao Palácio Araguaia tem tratado o lançamento da pré-candidatura da senadora Dorinha Seabra (UB) na sexta como evento de governo. E não é.
Por mais que Wanderlei sinta-se devedor da Senadora, a sua candidatura não reúne a unanimidade do grupo governista.
E ainda que assim o fosse, tampouco tornaria o Estado dela vinculado por presuntivo crédito político da parlamentar junto ao Chefe do Executivo.
Nada mais eloquente que a sem-cerimônia do convite do Palácio a Amélio, presidente do Legislativo, para o evento de Dorinha (UB/PL). E que Amélio tem dito a assessores não irá.
É sim sexta determinante a Wanderlei para liquidar a fatura do acordo ajustado com a oportunidade para anúncio de suas escolhas. Anunciar Dorinha ou Amélio Cayres.
E aí, a abertura para exposição do racha no Republicanos dado que as cinco horas de reunião entre Wanderlei e Amélio Cayres esta semana não foram suficientes para o alinhamento político do presidente do Legislativo.
Amélio foi instado até mesmo a disputar uma candidatura avulsa ao Senado (uma terceira candidatura no grupo) que refugou. Ou vaga de suplente e vice para o filho ou esposa.
Mas retrucou: se haveria possibilidade de uma terceira candidatura avulsa ao Senado porque não o Republicanos, com ele, disputar o governo numa segunda candidatura avulsa.
Ou seja: é provável que no sábado Amélio já esteja de malas prontas a outro destino.



