Terça-feira, 6 de Out de 2026

Nem militância parece seguir o PT no Estado: Dorinha fez uso de cargos do PT como Codevasf, Caixa e Correios, para reduzir PT a zero e apoiar Flávio. É a tradução livre da relação pragmática de Lula no 1º turno

06/10/2026 138 visualizações

O PT de Lula no Estado manteve o desempenho de 2022: zero deputado estadual, zero federal, zero senador e zero governador.

Fora um debate, seria uma catarse que exigiria não só uma simples reformulação de princípios,  mas refundação.

O partido foi às urnas com 12 candidatos a deputado estadual e seis a deputado federal.

Saiu delas com 29.500 votos para estadual e 47.200 para federal. Este o tamanho do PT.

O PT formava palanque com Laurez Moreira (PSD). E teve na majoritária o ex-deputado Paulo Mourão (PT) candidato ao Senado.

O petista conseguiu, entretanto, apenas 7,85% dos votos (129.838). Amargou a quinta votação para Senado.

Para termos de comparação: o presidente do país é do PT (Lula).

No Estado, entretanto, a maior beneficiada pelo governo do PT foi a senadora Dorinha Seabra, do União Brasil.

E que agora declara apoio a Flávio Bolsonaro (PL). Dorinha teve por quatro anos o comando da Caixa Econômica Federal, Codesvasf e Correios. Duas minas: Codevasf e Correios (Serpro).

O partido que preside no Estado (o UB) saiu das urnas com 153 mil votos para deputado federal e 110 mil votos para deputado estadual.

O PT no Estado, tudo indica, necessita de uma refundação. Nem a militância parece seguir Lula.

Parece desinteressada e isto pode resultar da condução partidária no Estado nos últimos anos.

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