A mudança de fechadura da sala da vice-governadoria (após a transferência do órgão) – e que apontei em primeira mão nos Bastidores da Política/TV Norte/SBT Tocantins desta segunda - é emblemática.
Primeiro porque se a vice-governadoria já havia realizado a transferência não teria motivos para que uma nova fechadura atingisse de alguma forma a instituição da vice-governadoria.
Que, como é óbvio, em outro local, o titular do cargo, assim, não teria a necessidade de preocupar-se com chave de sala que não lhe dizia mais respeito.
Por outro lado, a governadoria, ao trocar a chave, transmitiu desconfiança quanto à segurança das novas atividades a serem desenvolvidas na sala.
Recado endereçado ao ex-ocupante. Cidadão algum teria interesse em invadir uma sala de órgão que não manda em nada. E que só tem algum poder na vacância do cargo de titular do governo..
Como de igual modo agiu o vice-governador no exercício do cargo de governador quando fez BO denunciando grampos no Palácio Araguaia.
Até agora não confirmados pela polícia. E que pode gerar ações judiciais dos acusados contra acusadores.
Lembram-se das brigas de rua: riscava-se um traço no chão e provocava-se o adversário. Aqui é sua mãe e alí é seu pai. E cuspia-se nos traços!!!
Se aquele que tinha o pai e a mãe cuspidos não reagisse, perdia a briga.
Mas isto era entre crianças!!! E não com homens velhos que tem vida boa financiada pela coisa pública.


