A contratação da Santa Casa de Itatiba para administrar as UPAS na Capital já está sendo investigada por duas varas da Justiça.
Uma no âmbito administrativo e outra no penal. Vide as operações espetaculosas da polícia e seus vazamentos.
E com o esperado repique de setores que delas se beneficiam política e economicamente.
O anacronismo da política virada para trás favorece a tese da idéia pre-concebida.
O preconceito com Eduardo ainda é vivo nos adversários, como vive a memória do pai, Siqueira Campos, na história.
Com efeito, setores da política estadual ainda não processaram o retorno de Eduardo à cena política.
Muitos o guerrearam por ações que consideram ter Eduardo no comando, quando o pai governava o Estado.Mas que não o fizeram quando o pai ainda era vivo.
Até a pré-campanha de 2024, Eduardo era, assim, um político "refugado". Passou para o segundo turno com segundos de tempo de propaganda e sem fundo eleitoral. E derrotou o grupo governista.
O passado, no entanto, ainda que discutível, parece mover forças que tentam misturar no mesmo caldo fiscalização/investigação (obrigatórias na administração pública) como mola propulsora de ativos e passivos políticos no instante presente. Um pré-julgamento e automática condenação. Um expurgo.
Essa inclinação, por outro lado, tem o efeito de encobrir o desempenho administrativo e fiscal do prefeito Eduardo Siqueira Campos. Sem juízo do mérito das acusações. E que são apenas inquéritos.
Vamos lá ao que não espalham nem reverberam. E,claro, não dá engajamento mas que interessa diretamente à população da cidade.
De abril de 2025 a abril de 2026, a administração de Eduardo aumentou as receitas correntes da Prefeitura em 22,5%. De R$ 702 milhões (1ºQD25) para R$ 860 milhões (1ºQD26).
As despesas correntes, porém, só cresceram 16,6%. De R$ 854 milhões (1ºQD25) para R$ 992 milhões (1ºQD26).
Ou seja, gastou menos que arrecadou. Como a inflação no período foi de 4,39%, um crescimento real de 18,11% nas receitas. E de 12,21% nas despesas.
No que muitos podem denominar como "sobras", na administração pública é chamado de economia. Favorece a expansão de novas áreas de atendimento.
Detalhe não irrelevante: reduziu, no período, o comprometimento das receitas correntes líquidas com salário.
Saiu de 51,27% (abril/25) para 48,42% (abril/26). Muito embora tenha elevado a folha de salários em 6,6%. Menor do que os 22,5% do superávit da receita corrente.
O desempenho da arrecadação no primeiro quadrimestre também foi superior ao 1º quadrimestre do ano passado: R$ 388 milhões de impostos (26) contra R$ 239 milhões (25). Um crescimento de 41,42%. Repito: uma inflação anual de 4,39%;
Uma evolução também presente nas disponibilidades de caixa (saúde financeira) da prefeitura que saltaram de R$ 170 milhões (1ºQD25) para R$ 199 milhões (1º QD26).
Um acréscimo de 17% quando a inflação no período foi, anoto novamente. de apenas 4,39%.
Os dados são públicos e disponibilizados no portal das transparências da Prefeitura. E demonstram uma administração enxuta e dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal.
E não são objeto de disputas na internet por motivos óbvios.



