Quinta-feira, 4 de Jun de 2026

Discussão politica sobre UPAs tangencia desempenho da administração de Eduardo que arrecada mais do que gasta, reduziu despesa de pessoal e dívida e aumentou as disponibilidades de caixa para novas frentes

04/06/2026 115 visualizações

A contratação da Santa Casa de Itatiba para administrar as UPAS na Capital já está sendo investigada por duas varas da Justiça.

Uma no âmbito administrativo e outra no penal. Vide as operações espetaculosas da polícia e seus vazamentos.

E com o esperado repique de setores que delas se beneficiam política e economicamente.

O anacronismo da política virada para trás favorece a tese da idéia pre-concebida.

O preconceito com Eduardo ainda é vivo nos adversários, como vive a memória do pai, Siqueira Campos, na história.

Com efeito, setores da política estadual ainda não processaram o retorno de Eduardo à cena política.

Muitos o guerrearam por ações que consideram ter Eduardo no comando, quando o pai governava o Estado.Mas que não o fizeram quando o pai ainda era vivo.

Até a pré-campanha de 2024, Eduardo era, assim, um político "refugado". Passou para o segundo turno com segundos de tempo de propaganda e sem fundo eleitoral. E derrotou o grupo governista.

O passado, no entanto, ainda que discutível, parece mover forças que tentam misturar no mesmo caldo fiscalização/investigação (obrigatórias na administração pública) como mola propulsora de ativos e passivos políticos no instante presente. Um pré-julgamento e automática condenação. Um expurgo.

Essa inclinação, por outro lado, tem o efeito de encobrir o desempenho administrativo e fiscal do prefeito Eduardo Siqueira Campos. Sem juízo do mérito das acusações. E que são apenas inquéritos.

Vamos lá ao que não espalham nem reverberam. E,claro, não dá engajamento mas que interessa diretamente à população da cidade.

De abril de 2025 a abril de 2026, a administração de Eduardo aumentou as receitas correntes da Prefeitura em 22,5%. De R$ 702 milhões (1ºQD25) para R$ 860 milhões (1ºQD26).

As despesas correntes, porém, só cresceram 16,6%. De R$ 854 milhões (1ºQD25) para R$ 992 milhões (1ºQD26).

Ou seja, gastou menos que arrecadou. Como a inflação  no período foi de 4,39%, um crescimento real de 18,11% nas receitas. E de 12,21% nas despesas.

No que muitos podem denominar como "sobras", na administração pública é chamado de economia. Favorece a expansão de novas áreas de atendimento.

Detalhe não irrelevante: reduziu, no período, o comprometimento das receitas correntes líquidas com salário.

Saiu de 51,27% (abril/25) para 48,42% (abril/26). Muito embora tenha elevado a folha de salários em 6,6%. Menor do que os 22,5% do superávit da receita corrente.

O desempenho da arrecadação no primeiro quadrimestre também foi superior ao 1º quadrimestre do ano passado: R$ 388 milhões de impostos (26) contra R$ 239 milhões (25). Um crescimento de 41,42%. Repito: uma inflação anual de 4,39%;

Uma evolução também presente nas disponibilidades de caixa (saúde financeira) da prefeitura que saltaram de R$ 170 milhões (1ºQD25) para R$ 199 milhões (1º QD26).

Um acréscimo de 17% quando a inflação no período foi, anoto novamente. de apenas 4,39%.

Os dados são públicos e disponibilizados no portal das transparências da Prefeitura. E demonstram uma administração enxuta e dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal.

E não são objeto de disputas na internet por motivos óbvios.

Compartilhar

Deixe seu comentário

Mais em Destaque