De janeiro a abril deste ano o aterro sanitário de Palmas deixou de receber pouco mais de 113 mil quilos de resíduos, graças ao programa de Coleta Seletiva, mantido pela Fundação Municipal de Meio Ambiente (FMA) e que funciona em parceria com as associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis da Capital. E esse quantitativo pode ser ainda maior, se consideradas as empresas que trabalham a logística reserva de forma privada, bem como as que recolhem vidros, que começaram a operar recentemente, em parceria com o Município.
Dos itens recolhidos, 92.019 mil quilos foram coletados pela Associação de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis da Região Norte de Palmas (Ascampa), 20.761 mil quilos pela Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Sólidos de Palmas (Ascamares) e 547 quilos foram coletados pela Cooperativa de Produção de Recicláveis do Tocantins Ltda (Cooperan).
De todo o material, mais de 4 mil quilos são de rejeitos, não sendo possível serem reciclados, por possuir contaminação com lixo orgânico, ou seja, foram descartados incorretamente, inviabilizando seu reaproveitamento. Por isso, a FMA orienta que, antes do descarte, o material passe por uma limpeza prévia e seja acondicionado conforme sua categoria, de lixo seco e não-biodegradável – plástico, papel, papelão, alumínio/metal, caixa tetra pak e vidro, e ainda o lixo úmido e biodegradável, que é o material orgânico.


