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Ponto Cartesiano

Produção industrial cai de 3% para 1,5% no país, diz BC.  No Estado, PIB da indústria pode manter níveis de 2018, estima Roberto Pires, da Fieto

Os indicadores do Boletim Focus (Banco Central) publicados ontem indicam mais uma queda na projeção de crescimento do PIB: as riquezas do país no ano agora só crescerão 1% contra a projeção de dezembro de 2018 que apontava um crescimento de 2,5% do PIB em 2019.

Para o Tocantins, pior ainda. As receitas públicas do orçamento de 2019 foram projetadas estimando-se um crescimento do PIB nacional da ordem de 3%. Pelo Banco Central, uma diferença de 66% entre o crescimento de receitas previstas pelo governo e o que pode, pelas novas projeções, se materializar.

Uma das quedas estão no setor da indústria. A produção industrial no país tinha previsão de crescimento de 3% em dezembro de 2018. Em maio, a previsão caiu para 1,5%. Ou: 50% a menos de crescimento.

O presidente da Federação das Indústrias do Tocantins, Roberto Pires, no entanto, mantém-se otimista. Disse ao blog na noite de ontem acreditar que o PIB da indústria do Estado em 2019 não deve ficar a abaixo do registrado em 2018. “Acredito na manutenção do desempenho”, disse o dirigente.

Nas séries históricas do PIB já ocorreu de o PIB nacional cair e o PIB estadual aumentar. É possível quando há diferenças na movimentação econômica. No caso da indústria, no Estado o setor representa 13% do PIB total estadual.

O dificultador dessa equação é que, por classes sociais, o Estado tem 50% de sua população nas classes D e E (27%/E e 23%/D), Outros 43% estão na classe C. Só 3% na classe B e 4% na A. De outro modo: uma eloquente concentração de renda.

Mais: 32% do PIB vem da administração pública (dados de 2018) e outros 26% de serviços. Comércio (18%) e agropecuária (14%) formam o resto do bolo.

Leitura óbvia: a maior fatia do PIB está situada numa faixa que não produz riquezas, bens ou produtos.

 

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