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Presidiário que simulou suicídio de colega de cela é condenado a mais de 17 anos de prisão

Hélio Oliveira Reis, acusado de participar do assassinato de Max Adriano Carvalho da Silva, ocorrido em agosto de 2014, na Casa de Prisão Provisória de Palmas. Hélio e outro dois comparsas, que dividiam a mesma cela, chegaram a simular o suicídio da vítima para encobertar o assassinato. O conselho de sentença acolheu todos os apontamentos alegados pelo Ministério Público Estadual (MPE), que culminou na pena de 17 anos e 9 meses de reclusão.

Segundo a denúncia criminal, na data dos fatos, Ademir Prestes dos Santos (falecido) atraiu Max até o banheiro, local onde desferiu neste uma gravata, enquanto Hélio o segurou pelas pernas a fim de que não se debatesse. Ato contínuo, Werdelis de Castro (também falecido) estrangulou a vítima com uma corda tipo “tereza”. Após cometerem o crime, os envolvidos simularam um suicídio, pendurando o corpo de Max na janela do banheiro da cela.

Consta nos autos, que o motivo do crime teria sido o envolvimento amoroso de Max com um travesti de nome Leonardo, também preso, pois este último já matinha relacionamento com Ademir. Além disso, Max teria havia denunciado à coordenação do presídio que Hélio e os demais estavam cavando um túnel no banheiro da cela com a finalidade de empreender fuga.

Durante o julgamento, o Promotor de Justiça Rogério Mota, sustentou as qualificadoras de emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, todas reconhecidas pelos jurados. Na aplicação da pena, o juiz levou em consideração a reincidência e agravou a pena de Hélio em 1 ano e 3 meses, perfazendo um total de 17 anos e 9 meses.

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