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Ponte de Porto: a culpa agora é da hidrelétrica!!!!! Uma narrativa que só reforça, paradoxalmente, a negligência do poder público

O governo dando endosso a um estudo técnico de que os problemas da ponte sobre o rio Tocantins em Porto Nacional teriam sido proporcionados pela elevação do nível das águas com o reservatório da UHE de Lajeado.

Ora, o lago vai completar quase duas décadas. Se a Investco negligenciou a questão, ela teria sido certamente também esquecida pelos governos e instituições nestes quase vinte anos.

O laudo agora colocado na mesa, ao invés de aliviar para governo e Ministério Público, agrava suas situações. Se o governo cuidasse de sua manutenção, não estaria desta forma.

A não ser que o governo e instituições hoje defendessem que, para não ocasionar problemas na ponte, não se construísse a hidrelétrica depois. Ora, me ajude aí!!

Aliás, a Investco negligenciou também os passivos ambientais. No beiço do Ministério Público Federal, deixou de recolher as árvores que margeavam o rio, proporcionando que apodrecessem com o enchimento, criando ambiente para o surgimento das macrófitas.

E, após a construção, apropriou-se de ilhas no leito do lago, com seus diretores se movimentando como se fossem proprietários de uma capitania hereditária.

A Investco, como era público durante a construção da usina, obteve apoio dos partidos políticos e parlamentares para seus projetos.

Os dirigentes do Partido Verde, por exemplo, alugavam veículos para a empresa, montaram uma locadora. Os deputados empregavam na empresa seus cabos eleitorais, faziam uso da empresa para contratar operários desempregados. Ou seja: fiscalização zero!!

E agora, vinte anos depois, avulta-se o tal laudo, suas causas e consequências apontando discricionariamente a empresa, omitindo os demais integrantes do consórcio.

Quando deveriam mandar consertar a ponte e dar seguimento às obras da nova. Mas isto não se faz. Pelo contrário: incentiva-se a realização de uma nova licitação. Se já era dificil a grana, imagina os recursos judiciais numa decisão de cancelamento de um pregão de R$ 130 milhões.

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