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Ponto Cartesiano

Haddad esperneia, mas cortar 17 pontos percentuais em três semanas com Bolsonaro em viés de crescimento é praticamente impossível

Tanto Haddad quanto Bolsonaro tentam os votos do centrão depois dos radicalismos do primeiro turno. O candidato do PSL desautorizando o vice, Mourão e negando tudo quanto proferiu. Já Haddad tentando demonstrar à população que não é o candidato de Lula e que Zé Dirceu nem Lula não interferirão no seu governo.

Até a Rede Globo, antes tratada como contra Bolsonaro e Haddad, amanheceu hoje (depois de ontem) uma nuvem de democracia. É claro que a Rede Globo como qualquer empresa tem interesses em propostas econômicas ou políticas de prefeitos, governadores e presidentes.

Mas ainda sou daqueles que enxergam na empresa um veículo de comunicação democrático. Se a Globo quisesse, com a aceitação e audiência que possui no país, mobilizava a população contra ou a favor de qualquer coisa (menos as condutas tipificadas como crime) que não estaria infringindo a lei.

Mas não é o ponto: o PT conseguiu na Câmara dos Deputados 56 parlamentares.  Bolsonaro saiu de um deputado para 52 parlamentares. Um crescimento e tanto, mesmo que previsível pela campanha pro-Bolsonaro.

São as duas maiores bancadas lá onde se inicia o processo legislativo de mudança da Constituição, impeachment de presidentes, enfim, de matérias relevantes para o país. Ou seja, haverá combates e possibilidade de continuação do enfrentamento esquerda/direita no Congresso.

E é isso que agora será prioritário dada a matemática e estatística eleição de Bolsonaro no segundo turno. Afinal, uma diferença de 17 pontos percentuais (46 X 29) é praticamente impossível o petista conseguir cortar em três semanas. E isto com o eleitorado do capitão em viés de crescimento e o anti-lulismo avançando.

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