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Desemprego caiu 9,4% no Estado quando despesas com contratados  no governo aumentaram 33,2%. Relação de causa e consequência? Pode ser!

O governo não raro faz correto por linhas tortas. O IBGE divulgou ontem (Pnad) que o Tocantins foi um dos Estados onde o desemprego teria caído: parou de 11,7% para 10,6 % em 2018. Uma queda brutal de 9,4% no ano passado. Dezessete Estados também o diminuíram.

O número do IBGE embute abstrações. O desemprego é verificado nos demitidos e que estão a procura de emprego. Em 2017 eram 75 mil nesta situação. A população economicamente ativa do Estado (conforme o mesmo IBGE) é de 735 mil pessoas. Aquela que estaria inativa é de 554 mil. Por aí se tem a larga faixa de possibilidade dos números não representarem a realidade.

Mas não é o ponto: o governo do Estado aumentou em 33,2% as despesas com contratos temporários entre 2017 e 2018. Saltou de uma despesa com salários só neste grupo de R$ 490 milhões em 2017 para R$ 653 milhões no ano passado. Pode ter enganado, em tese, até o IBGE porque anuncia este ano as demissões da mesma turma.

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