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Ponto Cartesiano

Agora com Joaquim Maia, Mauro Carlesse vistoria ponte e transmite maior segurança à população. Já não era sem tempo.

Já escrevi aqui que os formuladores políticos do governo deveriam deixar Mauro Carlesse expressar-se com a população. Transmite mais confiança que as ações de determinados assessores. Ainda que, não raro, suas colocações não sigam além das intenções.

Se ontem naquela nota da Secretaria de Comunicação a interdição teria sido um ato discricionário do governo (o governo não teria informado a decisão ao prefeito antes da publicação), Mauro Carlesse hoje vistoriou a ponte acompanhado do prefeito Joaquim Maia. Uma decisão inteligente.

A explicação de que a interdição possibilita os estudos e que sua preocupação seria com as vidas, entretanto, contrasta com os movimentos do governo. Uma decisão de bom senso, evidentemente. Ainda que os  meios e as formas não espelhem, no todo, as finalidades.

Carlesse está há dez meses no cargo de governador e até ontem, por assim dizer, a ponte, mesmo interditada desde 2011 para cargas acima de 30 toneladas, não tinha fiscalização nenhuma. Responsabilidade deste mesmo governo que diz, agora, muito apropriadamente, querer defender vidas quando delas não cuidou até hoje. Há sempre lugar.

Aliás, já há vários estudos feitos pelo mesmo governo sobre a situação desta mesma ponte. Que bom então que o governo tenha neste empréstimo de R$ 739 milhões com BB e Caixa a salvação da lavoura em 2019.

Na mensagem do governador ao Legislativo esta semana, cerca de 90% da meta do governo para 2019 dependem diretamente dos dois empréstimos. São as obras elencadas na justificativa do pedido de financiamento.

A emergência e urgência agora, até aqui apenas sugerida, pode abrir, por pura lógica e legislação, a possibilidade da STN liberar os empréstimos sem que o governo tenha se ajustado do ponto de vista fiscal.

No que o governo parece demonstrar ver um poço de insegurança para a população, pode estar enxergando também um canal para um pote de dinheiro. E a possibilidade concreta da nova ponte sair do papel. Ainda que de forma atravessada já que os R$ 120 milhões  necessários representam apenas 16% do total que o governo precisa para cumprir a meta para 2019, como informado ao Legislativo.

 

 

 

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